segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Projeto de Jeruza sobre Casa Transitória de Abrigamento para menores será votado amanhã

Proteção
Projeto de Jeruza sobre Casa Transitória de Abrigamento para menores será votado amanhã

Com a instalação das casas, o atendimento seria notadamente disponibilizado à crianças de 0 a 12 anos e adolescentes de 13 a 18 anos, no último caso, para os sexos masculino e feminino.



Os vereadores de Poá irão apreciar amanhã (04 de fevereiro), um projeto de lei de autoria da presidente honorária do PTB de Poá, vereadora Jeruza Lisboa Pacheco Reis que viabiliza aautorização e regularização sobre a questão da criação e instalação de Casas Transitórias de Abrigamento para Crianças e Adolescentes no âmbito municipal.

O projeto tem como finalidade garantir políticas públicas eficazes de atendimento à infância e juventude no município e suprir o atendimento de demandas de encaminhamentos feitos pelo Conselho Tutelar de Poá.

A medida é necessária em caso de não haver convênios vigentes entre a municipalidade e instituições de atendimento.
Com a instalação das casas, o atendimento seria notadamente disponibilizado à crianças de 0 a 12 anos e adolescentes de 13 a 18 anos, no último caso, para os sexos masculino e feminino.

Caso aprovado o projeto, as casas funcionariam para atender demandas em caráter transitório de abrigamento e de forma permanente com apoio de equipe multidisciplinar, como por exemplo cuidadores e contando ainda com segurança e toda infraestrutura para o funcionamento diurno, vespertino e noturno. O local deverá contar, ainda, com alimentação, vestuário e condições para higiene e limpeza.

As Casas Transitórias também poderão ser geridas e administradas pela municipalidade, quando não existir possibilidade de conveniamento com entidades (Organizações Não Governamentais – Ongs).

Presidente da Comissão Permanente dos Direitos da Criança e do Adolescente na Câmara Municipal, Jeruza defende a luta em busca de planos de ações que garantam a aplicação de políticas públicas que possam ir ao encontro das necessidades dessa parcela da população:

“Toda essa luta nos remete a condição humana e essas crianças e adolescentes merecem todo nosso carinho, apoio e dedicação. São muitos os casos de maus tratos e tanto as mães, quanto os filhos não têm para onde ir e, por conta disso, não denunciam e continuam levando uma vida de sofrimento, sob ameaças”, ressaltou a petebista.

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